quarta-feira, 17 de agosto de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
amor de mãe
Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas
de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao
seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o
viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.
Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que
aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio,
o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria
com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula,
e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino,
a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria,
sabia que os alunos não olhariam mais para trás.
Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente
aceitou a imposição do colégio, com uma condição:
Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula,
para dizer o porquê daquela CICATRIZ.
A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se
a frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia,
mas foi assim que eu a adquiri:
- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa
minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8
anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo.
O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos,
um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns
dias de vida.
Silêncio total em sala.
-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples,
feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o
quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no
colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora,
havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam
fogo e estava muito quente...
Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me
para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar
para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.
Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas
as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar
minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:
- " Minha filhinha está lá dentro!"
Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava,
mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha
irmãzinha...
Foi aí que decidi.
Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o
coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que
não saísse dali até eu voltar.
Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam,
eu já tinha entrado na casa.
Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que
pegar minha irmãzinha.
Eu sabia o quarto em que ela estava.
Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e
chorava muito...
Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em
cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se
em meu rosto...
A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada
então o menino continuou:
Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa
que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela,
a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.
Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem,
mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.
Para você que leu esta história,
queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ.
Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem,
estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas,
seja com palavras ou nossas ações.
Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO,
adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos,
seus pés e sua cabeça.
Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente,
protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES..
Essas também são marcas de AMOR.
Jesus te ama, não por quem você é, mas sim pelo que você é,
e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.
de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao
seu lado, na realidade quando os colegas de seu colégio o
viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.
Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que
aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio,
o professor levou o caso à diretoria do colégio.
A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:
Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria
com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula,
e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino,
a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a idéia da diretoria,
sabia que os alunos não olhariam mais para trás.
Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente
aceitou a imposição do colégio, com uma condição:
Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula,
para dizer o porquê daquela CICATRIZ.
A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se
a frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia,
mas foi assim que eu a adquiri:
- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa
minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8
anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo.
O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos,
um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns
dias de vida.
Silêncio total em sala.
-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples,
feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o
quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no
colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora,
havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam
fogo e estava muito quente...
Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me
para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar
para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.
Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas
as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar
minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:
- " Minha filhinha está lá dentro!"
Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava,
mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha
irmãzinha...
Foi aí que decidi.
Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o
coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que
não saísse dali até eu voltar.
Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam,
eu já tinha entrado na casa.
Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que
pegar minha irmãzinha.
Eu sabia o quarto em que ela estava.
Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e
chorava muito...
Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em
cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se
em meu rosto...
A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada
então o menino continuou:
Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa
que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela,
a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.
Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem,
mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.
Para você que leu esta história,
queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ.
Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem,
estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas,
seja com palavras ou nossas ações.
Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO,
adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos,
seus pés e sua cabeça.
Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente,
protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES..
Essas também são marcas de AMOR.
Jesus te ama, não por quem você é, mas sim pelo que você é,
e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
sábado, 26 de março de 2011
todos há procura de um acura
Grupo reúne vítimas da artrite em busca de cura
Além de remédios, pacientes recebem solidariedade, compreensão e compaixão.O Grupo de Pacientes Artríticos do Rio de Janeiro (Gruparj) parece um sindicato, uma sociedade de vítimas da dor em busca de cura. Foi criado por uma mulher que vislumbrou na união uma força para todos que padecem de vida tão difícil.
Conheça terapias que ajudam a combater a dor
"Quando eu vi que tinha condições financeiras e me sentia absolutamente só, não conhecia ninguém, questionei como as pessoas mais humildes tinham condições de sobreviver, de conhecer os medicamentos, ter acesso a médicos. Tendo dinheiro ou não, a pessoa precisa tomar medicamento", conta a fundadora e presidente do Gruparj, Maria Regina Prado.
Dinheiro, como sempre, faz muita diferença. Ainda que os hospitais públicos ofereçam preciosa ajuda, os remédios do dia a dia fazem um rombo no orçamento familiar. Há pacientes que gastam até R$ 500 por mês.
O Gruparj tem uma farmácia própria e gratuita. Anda quase vazia, por um desacordo entre governo e laboratórios que faziam as doações. Ainda assim, todo mundo sai ganhando. A começar por quem mais dá.
"Me ajuda, porque nós damos muita atenção ao paciente, muito amor", afirma Maria Regina Prado.
Porque solidariedade, compreensão e compaixão são remédios que às vezes faltam em casa.
"Familiares e amigos achavam que eu estava somatizando porque eu tinha me aborrecido com alguma coisa. Diziam que eu tinha mania de dor. A incompreensão das pessoas vai deprimindo", conta a paciente Dinéia Dias da Silva.
"Falo para meus amigos jamais me cumprimentarem com tapinha. Quem tem fibromialgia não pode. Se pudéssemos, tínhamos um letreiro com a mensagem: não bata porque hoje está dolorido. Abraço apertado, nem pensar", diz a vendedora Regina Helena Andrade.
A união gera a força para enfrentar essa seca vida de não-me-toques. "Estar junto ajuda. A dor melhora só de estarmos aqui uma vez por semana. Passou a ser terapia mesmo. Temos acupuntura, alongamento, apoio jurídico. Aqui a gente não fica só falando de dor", acrescenta Regina Helena.
A dor modifica tanto a pessoa que até a noção de sorte ganha outra dimensão. "Às vezes, a gente tem sorte. No ano passado, tive três infartos e uma pneumonia. Meu filho me deu dinheiro. Eu não tinha tantos voluntários e de uma hora para outra eles começaram a aparecer. Acho que Deus ajuda", comemora Maria Regina Prado.
quinta-feira, 24 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
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